quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Familia Unida


Meu nome é Renata e meu marido chama-se César.
Somos casados há 3 anos e tivemos uma experiência especial ainda quando éramos noivos que, certamente mudou radicalmente a história de nossas vidas.
Hoje tenho 27 anos e o César tem 34. Sou bem branca, tenho 1,60 e sou meio fofinha. Tenho pernas grossas, bumbum grande e seios também grandinhos. Muito parecida com minha mãe. Como malho muito, não sou flácida. O César é moreno, magro e tem porte meio atlético.
Bem, vamos ao que interessa. Há mais ou menos 4 anos, quando ainda morava na casa de meus pais, fiquei pesquisando na WEB para um trabalho da faculdade até de madrugada e acabei dormindo de cansaço.
No dia seguinte resolvi continuar o trabalho, conectei e fui no histórico da página para facilitar meu acesso. Entre os sites visitados, estava um de troca de casais, ménage, etc. Fiquei intrigada, pois no computador de casa somente acessávamos meus pais e eu (sou filha única). Resolvi abrir a página e achei uma lista de classificados onde se procurava e oferecia-se de tudo.
De repente, um susto: havia um anuncio “Casal Bi procura outros semelhantes para realização de fantasias” e com o e-mail de minha mãe para respostas. Sejamos honestos, achar um anúncio de seus pais para troca de casais já é chocante, casal bi então?!?!
Demorei um pouco para assimilar o baque. Após algum tempo, me recompus e fui procurar minha mãe. Ela é uma pessoa supercabeça feita. Sempre me deu a maior força nos relacionamentos e pude contar sem problemas minhas transas, desde a primeira. Ela também é cheinha, tem pernas bonitas, seios volumosos e usa roupas que valorizam seus atributos. Está sempre de saltos altos em sandálias sensuais e não perde a oportunidade de dar uma boa cruzada de pernas, mostrando sem querer mostrar, mas, com muita classe.
Tudo bem, mas daí a swinger bi, foi demais para minha cabeça. Encontrei minha mãe recostada no sofá da sala de tv assistindo um programa vespertino. Com jeito comentei minha descoberta e ela impassível ouviu meu questionamento e sem se abalar me explicou que tinha sido o jeito que ela e meu pai descobriram para quebrar a monotonia do casamento de mais de 30 anos.
No meio da conversa, ouvimos barulho e era meu pai chegando. Meu pai é um homem alto, 1,85 e forte. Militar reformado, sempre se impôs aonde chegava. Ele entrou na sala, nos beijou e foi tomar banho. Minha mãe continuou contando que começaram a sair com casais até que conheceram um que além da troca de casais, propôs também um bi oral. No começo meu pai estrilou, mas, depois embalado pelo tesão permitiu que o cara lhe chupasse. No meio da suruba, com minha mãe chupando a vagina da amiga, ele acabou se rendendo e pagou um boquete para o parceiro. A partir deste dia, começaram a procurar casais e bi e se viciaram na perversidade.
Sempre tive muita liberdade com minha mãe e por curiosidade lhe perguntei como era chupar uma vagina e principalmente como era ver seu marido chupando um pênis de outro homem. Ela falou que quase perdia os sentidos de tanto tesão e que meu pai estava ficando craque. Por brincadeira ela perguntou porque não trazia meu noivo para uma brincadeira, afinal ela sempre reparava no volume dele e se rolasse algo ela não perderia a chance de experimentar o garotão também.
Perguntei se papai não se oporia e ela me falou que achava que ele morria de ciúme de mim; portanto seria uma chance de ajeitar tudo. Ouvimos o barulho do chuveiro e minha mãe perguntou se eu não gostaria de olhar o pai tomando banho. Fiquei meio constrangida, mas, toda aquela conversa tinha me deixado com tesão, então pensei, porque não?
Entramos no banheiro e meu pai ficou um pouco surpreso, porém seu pau começou a dar sinal de vida. Minha mãe então disse que tomaríamos banho juntos para relembrar os tempos em que eu criança. Meu pai ficou animado e minha mãe tirou logo toda a roupa e ficando nua começou a me ajudar. Ela tinha os seios com os mamilos duros e estava toda depilada ficando a bocetinha toda cheinha com aquela divisão bem marcada. Sua bunda era dura e redonda, com uma marca de biquíni não muito pequena, mas bem sensual. Enquanto minha mãe desabotoava minha blusa, tirei meu jeans ficando só de calcinha. O pau de meu pai já estava duro e apontado para frente e ele não tirava o olho de mim. Baixei a calcinha deixando meus pelinhos bem aparados à mostra, os seios duros e intumescidos e minha bundona branca totalmente desprotegida. Entramos no Box e minha mãe sugeriu que cada um ensaboaria o outro. Meu pai começou com minhas costas, descendo pela bunda e alisando minhas coxas gordinhas. De vez em quando ele roçava seu pau em minhas pernas e arrepios me chacoalhavam. Minha mãe ensaboava e acariciava meus seios com uma mão e a outra alisava minha xaninha. Comecei a lavar meu pai e logo cheguei onde ele queria. Peguei em seu pau duríssimo e fiz movimentos para lavá-lo e ao mesmo tempo punhetava aquele pau gostoso. Esfreguei seu rego e ele suspirava a cada toque em seu anus. Depois tive o prazer de alisar a xoxota raspadinha de minha mãe, passando bem a mão em seus peitos e em sua bunda maravilhosa. Estávamos quase gozando e resolvemos sair e nos enxugarmos na cama deles. Não resistimos e partimos para o pecado. Dei para meu pai, chupei minha mãe, chupei meu pai e fui fodida pelos dedos dela.
Gozei feito louca. Após nos refazermos, minha mãe falou para convidar o César para uma festinha entre nós quatro. Demorei uma semana para falar com ele, afinal não é todo dia que se pratica incesto. No sábado fui na casa dele e no meio da transa, comecei a alisar o cuzinho dele, pois era uma coisa que ele sempre admirava. Com um dedinho enfiado nele, falei da possibilidade dele realizar a fantasia de soltar o rabinho para outro homem e de forma segura. Ele ficou curioso e então contei do ocorrido. Ele ficou perplexo, mas, percebi que seu pau ficou muito mais duro. Ele sempre achou minha mãe gostosa e agora com a possibilidade de soltar o botãozinho, coisa que acho que ele sempre teve vontade, mas, por falta de oportunidade e machismo nunca se permitiu.
No domingo, levei-o para almoçar em casa. Após o almoço meus pais foram cochilar um pouco e fiquei na sala de tv com ele. Começamos a namorar e logo estávamos quase nus e na maior sacanagem. Quando ele estava chupando meus seios, minha mãe chegou e ofereceu os dela a ele. Ele delirou e começou a chupá-la. Tirei seu pau para fora e comecei um boquete. Nisso meu pai chegou e começou a alisar minha xoxota, puxou a calcinha para o lado e enfiou sua língua áspera. Quase gozei. Com jeito fui me virando e comecei a chupar o pau de meu pai que já estava núzinho. Minha mãe chupava o pau de César e este ficou olhando para mim e me pedindo com os olhos. Puxei meu pai para perto e entreguei a cabeçona da rola de meu pai para meu noivo. Ele parecia criança com brinquedo novo. Chupou, lambeu, beijou e se lambuzou todo. Meu pai retribuiu e confesso que fiquei um pouco chocada no começo. Depois virou a maior suruba. Para resumir fui comida pelo meu pai, pelo meu noivo, meu pai comeu o César e deu para ele, fizeram uma dupla em mim e na minha mãe e por fim fomos todos lavados pela porra que os machos gozaram sobre nossos seios e nós esfregamos no rosto e nas bocas deles.
Depois deste dia, todos os finais de semana, nos reunimos na casa de meus pais para uma nova transa onde ninguém é de ninguém. Confesso que mesmo com toda esta abertura, sexo é igual droga; quanto mais você experimenta, mais você quer. De vez em quando, traio o César com meu chefe, com uma amiga ou até com algum desconhecido ou desconhecida. De qualquer forma, minha vida é muito mais interessante que os papai e mamãe que minhas amigas contam que fazem para “bater o cartão”. Se você quiser me contatar escreva para Lemardnev@hotmail.com e quem sabe não nos encontramos por aí??????
Familia


Tenho 11 anos e fui pedir dinheiro pro meu pai para comprar um tenis, ai ele disse:
- Voce conhece as regras, se quiser ganhar um tenis novo vai ter que me chupar.
Relutei, mas como sempre fui obrigada a pagar um boquete pro papai, entao enquanto o chupava reclamei que o pau dele estava com gosto de merda, ai ele respondeu:
- Seu irmao queria uma bicicleta!   

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ficou Tudo em Família


Na quarentena ficou tudo em família




Estou casado há 15 anos e a minha esposa acabou de ganhar o nosso segundo filho.
Com a chegada de mais um herdeiro, entrei no período pós-gravidez onde o homem fica com as mãos calejadas com a falta de sexo.
Tenho 42 anos, sou carioca, moreno, corpo em dia, uma barriguinha acentuada nada demais em 1,90 de altura.
O pedido da minha esposa veio para o nosso apartamento a minha cunhada Verônica e a minha sogra Jandira.
Minha cunhada é uma morena dos cabelos longos e cacheados, coxas grossas, uma bunda respeitável e os seios bem pequenos tipo pêra que cabem bem em qualquer boca nos seus 25 aninhos.
Minha sogra uma cinqüentona cabelos longos como as filhas, seios médios, coxas grossas também e uma bunda grande que a deixa ainda muito apetitosa.
Assim que elas chegaram se acomodaram no quarto do meu outro filho de quatro anos em colchonetes no chão.
Para o meu desespero todos os dias de manha ou quando voltava do trabalho tanto a mãe quanto a filha estavam sempre de shortinhos de malha colados mostrando aquelas bucetas estufadas para mim.
As calcinhas bem pequenas socadas naquelas bundas tesudas me deixando louco e me fazendo tocar varias punhetas a toda hora no banheiro.
Para o meu desespero maior ainda encontrava muitas das vezes as calcinhas das duas no cesto de roupa suja.
Ficava cheirando e acabava gozando pensando na minha cunhada e na minha sogra.
Um dia cheguei em silencio por causa do nosso bebê e as três estavam no quarto conversando e não me escutaram chegar.
A minha esposa comentava com a mãe que devia estar passando um sufoco, porque eu era muito quente na cama, o que deixou a minha sogra e minha cunhada curiosas.
Minha cunhada logo perguntou como eu era na cama.
Sem nenhum pudor ou preocupação minha esposa relatou que eu tinha um pau bem grande com 21 cm.
Gostava muito de sexo oral e também de anal.
Logo a minha sogra comentou com a filha como ela podia agüentar algo tão grande na bunda.
Falou para as filhas que nunca tinha feito nada assim com o pai delas.
Sabia dessas coisas e que o tempo estava muito mudado para a época dela.
Minha esposa estava muito preocupada comigo, para que eu não pulasse a cerca neste período que ela estava assim.
Bem daquele dia em diante comecei a notar uma mudança de comportamento tanto da minha sogra quanto da minha cunhada.
As duas andavam com os shorts mais curtos ainda e alguma vez podia ver principalmente a polpa da bundinha da minha cunhada tesuda o que me deixava com o pau duro varia vezes.
Notei também que a minha sogra dispensou o sutiã e ficava com os bicos duros a toda hora.
Quando passava uma cena mais picante na televisão me deixando mais uma vez com o cacete bem duro que eu disfarçava colocando uma almofada sobre as minhas coxas.
Nesta mesma noite depois de me despedir da minha esposa fui para sala ver televisão enquanto todos já tinham se recolhido.
Lá pelas 23h50min chega a minha sogra na sala com um short doll sem sutiã com os peitos bicudos a mostra e com um shortinho que deixava evidente que estava sem calcinha o que me deixou logo com o cacete duro feito uma rocha.
Começamos a conversar.
Ela demonstrou toda a sua preocupação em relação a minha pessoa com este período que a filha estava sem poder fazer sexo.
Eu do meu lado explicava a dona Jandira que estava em um estado de guerra forte, mas que não iria fazer nada.
Tinha que respeitar a sua filha e entender que naquele período não seria possível.
Ela sentando do meu lado passou a alisar as minhas coxas com carinho dizendo que ficava feliz por eu agir corretamente com a sua filha.
Segurei a mão da dona Jandira e avisei que não seria uma boa idéia ficar me alisando assim.
Não agüentando mais, tirei a almofada do colo mostrando o meu cacetão duro para a coroa.
Ela chegou a se afastar um pouco no sofá, e com os olhos arregalados comentou que nunca tinha visto nada tão grande.
Pediu-me para tocar nele, e apertou com força sentindo toda a minha estaca.
- Nossa meu genro!
- Que coisa dura é essa?
- Como a minha filha pode agüentar isso tudo?
Não era mais dono dos meus atos.
Pensando com a cabeça de baixo, tirei o caralhão do meu short e fiz dona Jandira ficar me punhetando com os olhos arregalados e com a boca salivando.
- Toca um pouco nele minha sogra!
- Juro que não contar nada para ninguém!
- Que ficará tudo entre nós!
Fiz minha sogra ficar-me punhetando, enquanto já alisava a bundona da coroa, que olhava nos meus olhos.
Olhava para o meu caralhão e apertava ele querendo levar junto com ela.
Fui chegando perto do seu rosto e logo já estava beijando a coroa, que tinha um beijo doce, mal abria a boca.
Aos poucos foi recebendo a minha língua que invadia ela sem desgrudar da minha piroca.
Abri as suas coxas e comecei a tocar na sua xoxota cabeluda que estava ensopada.
Minha sogrinha estava babando e molhando tudo.
Fui deitando o seu corpo no sofá e puxando o short de lado.
Cai de boca naquela buceta deixando a coroa louca, agarrando os meus cabelos e puxando a cabeça de encontro a sua buceta.
Fui virando ela de lado e aproveitei para meter a língua no cuzão da coroa que parecia ter levado um choque.
Começou a esfregar as coxas e falar baixinho que nunca tinha levado uma língua no cuzinho, que estava adorando e deixando ela alucinada.
Peguei uma das coxas dela e coloquei no apoio do sofá e com ela toda arreganhada, chupei e lambi muito aquela xoxota e aquele cuzinho.
Logo depois mirei o cacetão na entrada da sua buceta e fui metendo centímetro por centímetro da minha pirocona da coroa.
- Filho da puta!
- Pauzudo!
- Esta me rasgandooooooooooo!
Nossa que saudade que eu estava de fuder uma buceta.
Aquela coroa seria a minha salvação.
Meti gostoso na coroa que jogava a cara no sofá e empinava mais a bundona e tomando pau na buceta suculenta.
Coloquei a coroa de quatro no sofá e tampando a boca dela meti forte a piroca na coroa que queria gritar.
Eu não deixava e mandava a vara nela.
Logo a safada apertou o meu pau com a xoxota e gozou tremendo o corpo e agarrando o sofá com toda força.
Com aquela visão espetacular e cheio de tesão, passei saliva no polegar e mandei dentro do cuzinho da coroa que olhando para trás queria reclamar mas eu não deixava.
Mandava a vara nela deixando ela toda arreganhada.
Tirei o meu caralho durão da xoxota dela e cai de boca no cuzinho dela.
A coroa ficou louca de novo jogou os braços para trás e abriu as bandas da bunda para que eu enfiasse a língua no cuzinho dela.
Eu dedava o grelo dela, coloquei a ponta do caralho no olhinho do cu dela e fui empurrando a vara.
Ela agarrou uma almofada e mordeu forte jogando a bunda para trás de uma só vez.
Meu pau entrou ardendo no cuzinho da coroa que chorava e não parava de rebolar a bundona.
- Filho da putaaaaaaaaaaaa!
- Você esta acabando com a minha bundaaaaaaaa!
- Nossa sogrinha!
- Que cuzinho gostosooooooooo!
- Vou encher ele com o meu caldo!
- Tomaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Gozei forte no cuzão da coroa, cai do seu lado com a respiração ofegante.
Ela baixinho falava que nunca ninguém tinha comido ela assim e muito menos feito o que fiz na bunda dela.
Estava toda dolorida, mas que estava feliz por ter ajudado a filha e que seria um segredo só nosso.
Na manha do dia seguinte fui tomar café antes de ir para o trabalho.
Encontro a minha sogra e a minha cunhada conversando sem ter a mínima idéia o que as duas comentavam.
Ao passar perto da minha cunhada ela agarrou o meu pau me fazendo derramar o café que eu estava tomando.
- Gostoso hoje você não me escapa?
- Minha mãe me contou tudo que você fez com ela!
- Hoje a noite será a minha vez!
Minha sogra me deu um beijão na boca e também segurou o meu caralho que já estava durão.
Depois a minha cunhadinha se levantou e me deu um beijo muito tesudo e agarrou mais uma vez o meu pau me desejando bom trabalho.
Sai super perturbado para o trabalho.
Dirigia o carro totalmente desatento, só pensando como seria a noite.
No trabalho perdi totalmente a concentração para tudo, não almocei e as horas não passavam nunca estava louco para ir para casa.
No final da tarde ao chegar em casa, tomei o meu banho coloquei a minha samba calção de seda e fui ficar com a minha esposa e os nossos filhos.
Ficamos juntos até ela dormir por volta das 21 horas.
Não tinha visto nem a minha sogra e nem a minha cunhada que estavam no quarto.
Lá pelas 22 horas fui para a sala já com todos dormindo (pelo menos eu achava que estavam todos dormindo).
Para minha surpresa ao chegar na sala com a luz do corredor acessa vi a minha cunhada deitada no sofá com um shortinho enfiado todo na bunda e com metade da polpa dela de fora.
No outro sofá a minha sogra com o mesmo baby doll com uma perna no chão e a outra no sofá deixando a xoxota toda de fora me chamando.
- Demorou em coração?
Falou-me a minha cunhadinha.
Sem perder tempo e já com a piroca armando o circo, fui para perto do seu rosto.
Ela sentada, tirou o meu caralhão para fora e olhando para mim meteu ele na boca me sugando sem parar.
Olhei para o lado e vi a minha sogra dedilhando o seu grelo e esfregando os peitos e beliscando os bicos dos seios.
Ajoelhei-me perto do sofá e beijei forte a boca da Verônica.
Foi tirando a sua blusa e descendo o short dela deixando ela peladinha e beijando o seu pescoço ate chegar aos peitinhos que cabiam na minha boca.
Os bicos estavam pontudos de tesão e ficaram mais excitados a cada mordida que eu dava.
Desci a língua pelo seu corpo ate alcançar a sua xoxota raspadinha com um grelinho vermelho e pontudo para fora.
Acabei-me de chupar, mordi o seu grelo, lambi a sua buceta toda, passando a língua no cuzinho enquanto ela abriu mais e mais as pernas.
A mãe segurava a minha cabeça e gozou.
Encheu a minha boca de leite.
Tremendo com a mãe, agarrava os meus cabelos e fechava as coxas gozando gostoso.
Sentei ao seu lado e trouxe-a para o meu colo fazendo sentar no meu caralho que entrou rasgando a buceta dela.
Ela agarrada lambia e mordia o meu pescoço falando:
- Cunhado gostosoooooooo?
- Deixa eu rebolarrrrrr?
- Neste caralhaooooooooo?
- Tesudooooooooooo?
- Seu pauzudooooooooooo?
- Gostosoooooooooo?
Fiquei beijando a sua boca enquanto ela fudida com a buceta metendo cada vez mais.
Acelerei os meus movimentos e meti nela gostoso enquanto olhava a sogrinha se acabando de tocar uma sentada no outro sofá.
Meti um dedo no cuzinho da minha cunhada que arranhou as minhas costas me fazendo gemer de tesãooooooooooooo.
Coloquei-a de quatro e meti forte na buceta dela olhando sua mãe se acabar de gozar olhando para gente transar.
Segurei forte na cinturinha da minha cunhada e mandei o rola naquela safada que gozava mais uma vez.
Cuspi no seu cuzinho e ainda com o pau todo babado fui empurrando no seu cuzinho rasgando a cunhadinha no meio que pegava uma almofada com a mãe.
Ficava mordendo enquanto eu socava a vara no cu dela.
- Vai gostosoooooooooooo!
- Fode o meu cuzinhoooooooo como você fudeu o da minha maeeeeeeeeeeeee!
- Safadoooooooooooooooo!
- Você vai arrombarrrrrrrrrrrrrrrrrr?
- Todas as mulheresssssssssss da familiaaaaaaaaa?
- Filhaaaaaaaaaaa da putaaaaaaaaa!
Meti gostoso no cuzinho daquela safada que tocando uma siririca gozou mais uma vez.
Eu estava enchendo o cuzinho dela de leite e olhando para minha sogra.
A coroa tremeu a coxonas e gozou de novo com os olhos fechados.
Tirei o meu pau todo gozado da minha cunhada e subindo no sofá coloquei a minha sogra para mamar o meu cacetão babado de porra e mandei ela deixar limpinho.
Beijei gostosa a minha sogrinha enfiando o dedo no cuzinho dela, e escutando as suas reclamações.
Depois fui beijar gostosa a minha cunhadinha passando o dedo no grelinho dela ainda todo inchado.
No dia seguinte encontrei a minha esposa, minha cunhada e minha sogra na cozinha e as três estavam rindo sem parar.
Minha esposa me confidenciou que tinha combinado com a sua mãe e sua irmã que se tivesse de ter alguma coisa que seria com alguém da família e que não deveria procurar ninguém da rua.
Minha sogra e minha cunhada ainda ficaram 40 dias em nossa casa, foi a quarentena mais feliz que eu podia viver.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Em família


Em família. Sempre fui mulher do meu padrasto. Na verdade, eu sempre o considerei meu pai, já que fui criada por ele. Quando minha mãe se casou com Tito, eu tinha apenas quatro anos! Onze anos depois, vivia de quatro sendo enrabada por ele.
Minha mãe teve com ele um filho, que é cinco anos mais jovem do que eu, chamado Kaíke.
Vira e mexe, meu avô Klaus nos visitava, principalmente depois que comecei a ser abusada por ele. É bem verdade que eu sempre levei vantagem nessa história, mas por ser menor, era “a vítima”.
O tempo passou e continuei com a putaria: dava pro meu namorado, era amante do padrasto, e metia de vez em quando com meu avô, pai do Tito. Kaíke entrou para o exercíto, tinha dezenove anos e estava um negócio de doido. Era um moreno tentação, de 1.90cm, cabelos negros lisos e olhos azuis. Uma verdadeira delícia. Nos imaginava cometendo o incesto.
Um dia, quase enlouqueci ao vê-lo. Estava todo arrumado pra sair, com uma calça branca e uma camisa amarela. Um arraso!
Ao voltar, escutei um barulho e percebi que ele estava completamente bêbado e o socorri. Tirei a roupa dele e o enfiei debaixo do chuveiro. Notei que tinha um belo mastro, de grosso calibre e tamanho grande. Fiquei atônita e desejei naquela hora que ele não fosse meu irmãozinho. Parece que ele entendeu meu olhar. Seu pau endureceu, ficou em riste. Me olhou fixamente com uma cara sacana e nada disse. Fiquei apreensiva o enrolei em uma tolha e o levei para a cama. Ele sorria e sinalizou para que me deitasse com ele. Me puxou com força para cima dele. O pau ainda em pé! Fingi que não entendi, pus nele um short. Kaíke me segurou as mãos e as levou até sua pica, para que eu a tocasse. Saí correndo para o meu quarto. Fique apavorada a atribui aquela atitude dele ao álcool em excesso. Deite-me e fiquei a noite toda acordada. Queria muito ter chupado e sentado naquele cacete. Se ele não estivesse tão bêbado, saberia qual era a sua intenção.
Pela manhã encontrei-o na cozinha e brinquei:
- Que porre, hein? Eh pau d’água!
- É, mas me lembro bem de tudo o que não aconteceu...
Me calei. Não sabia o que dizer.
- Hoje à noite a gente conversa, pode ser?
- Pode. Respondi gagueijando.
De madrugada, por volta de 02h, Kaíke foi ao meu quarto e direto ao assunto:
- Quero foder você. Você quer? Ele me disse. Lambeu os lábios. Alisava o pau na minha frente.
- Sim. Respondi ofegante. Kaíke me agarrou pelos cabelos e me beijou a boca ferozmente. Me mordeu os lábios, o pescoço e foi descendo, chupou meus seios e mamou meu grelo. Fiquei de quatro. Kaíke começou a me lamber, enfiou a língua vagarosamente na minha bocetinha, até o fundo dela. Fiquei arrepiada. Levou a língua da minha xana até meu cuzinho, que já piscava de tanto tesão.
-Esta gostoso? Que bocetinha quente!
- Sim, hum...respondi.
- Me chupa! Me chupa! Chupei deliciosamente seu pau.
Kaíke tinha o caralho de um cavalo. Grosso, cheio de veias e enorme.
- Eu não vou agüentar mais, mete...mete – eu disse. Ele sorriu e atendeu o meu pedido: enfiou, de uma só vez 28 cm de vara. Como era gostoso e grosso!
- Aieeeeeeeeeeee! Sussurrei.
Kaíke apenas sorriu e continuou me massacrando. Levei maravilhosas e pujantes estocadas. Suas bolas batiam em mim, em um alucinado entra e sai. Senti, em um determinado momento, minhas pernas bambearem e que iria desmaiar. Mesmo com medo de que nossos pais nos flagrassem, gemia , subia e descia naquela vara deliciosa. Como era bom!
Queria levar no cu. Sabia que ele também queria foder ali, mas não quis pedir. Fui chegando a bundinha pra trás e balançando em sua frente. Kaíke enlouqueceu e me empalou.
- Ai...ai...ai. Tá doendo! Ai...Seu pau é imenso!
Kaíke sorria enquanto seu pau entrava e saia de mim. Como socava fundo: “-Ô rabinho GOSTOSO. Que buraco macio... que delícia de cu... ”ele dizia.
Enquanto fodia meu cu, seu dedo escorregou para dentro de minha xota. Entrava e saia em uma deliciosa siririca.
- Vou gozar. Vou gozar, sussurrei!
- Vou gozar na sua bocetinha, maninha!
Gozamos abundantemente. Um jato forte e muito quente inundou minha xana e meu cuzinho. Quis gritar, mas não podia. Sai dali, entrei correndo no meu quarto, nua em pêlo e ele ficou no seu, em êxtase, de pau amolecido, sem uma gotinha de porra, já que estava toda ela dentro de mim. Transamos várias vezes, por um bom tempo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PAI SAFADO E FILHA MAIS SAFADA AINDA


O que vou relatar vem acontecendo com minha irmã e meu pai,tudo começou depois que o velho ficou viúvo e foi morar na casa dela, para vocês entender melhor esta minha irmã nos já minha tendo relação desdos nossos 15 anos, e com meu pai a coisa começou a partir do dia que o mesmo passou a morar em sua casa, segundo minha irmã o velho andava meio triste e um dia para animar foi fazer um carinho no velho Leo como o chamamos, como estava usando um vestido curto deixa suas pernas aparecer e digas se de passagem minha irmã tem umas pernas linda, Tina e assim que chamamos esta minha irmã notou que o velho começou a passar a mão em suas pernas e também estava de pau duro, como Tina e muito safada abriu as pernas e deixou o velho ficar a vontade e com isto sua mão foi subindo e parando no meio das pernas da Tina, ai o velho passo a alisar sua boceta, com muito espanto a mesma disse? que isto papai sou sua filha e lógico que tudo era para disfarçar, ai o velho lhe falou? sei disto mais e que ando com saudade da sua mãe olha como fiquei olha, lhe mostrando sua pica duro por cima da calça, minha irmã Tina para disfarçar lhe falou olha papai vou lhe ajudar mais isto fica só entre nos em ninguém poderá saber que tivemos esta relação de incesto tá, o que o velho com os olhos brilhando disse? sim minha filha não vou contar para ninguém vai ser nosso segredo.
Ai Tina abrindo o ziper da sua calça liberto o danado e quando viu exclamou nossa papai como e grande? como a mamãe aguentava isto tudo, ai ele rindo lhe falou sua mãe era baixinha mais dava conta disto tudo sem reclamar e adorava ter tudo dentro, Tina começou lhe batendo uma punheta mais não aguentou e pedindo para o papai deitar na cama ficou no meio das suas pernas e começou um boquete fazendo o velho gemer de tesão.
Tina virou para o mesmo ai o velho começou a enfiar a mão na sua boceta e com isto deixando toda molhada, com carinho o velho tirou sua calcinhas e pediu para subir em cima, sem parar de lhe chupar e com isto acabou fazendo um 69 lhe chupando também, o velho dava uma parada e dizia nossa filha como você sabe chupar uma rola, ai Tina falou o senhor ainda não viu nada vai ver quando cavalgar esta pica gostosa, nesta brincadeira o velho chupava sua boceta passando a língua no seu cuzinho e o dedo, fazendo Tina adorar pois a mesma adora dar a bundinha também, segundo Tina aquele dia foi de mais pois meteu com o velho de todo jeito, pois sabia que estaria o dia todo só com ele, no outro dia até meu cunhado reparou que o velho acordou mais animada e dizendo que iria fazer uma visita ao outros filhos, meu cunhado perguntou para minha irmã o que tinha acontecido ai Tina lhe falou conversei muito com ele depois que você me falou que estava achando muito triste.
Daquele dia em diante pelo menos uma vez por semana minha irmã era mulher do meu pai, e quando meu cunhado não estava em casa a noite o velho ia dormir com Tina, obvio depois que as crianças ia dormir, pois os dois ficavam vendo TV e quando as crianças ia dormir ai o bicho pegava.
A coisa estava tão seria que os dois passaram a se ver la no meu sitio, a pedido da minha irmã, como não lhe nego nada passou a usar o sitio para seus encontro papai, o que e obvio deixei já que sempre comi Tina la quando dizia que ia buscar as coisas, o que acabava indo junto e lhe comendo, e foi assim que fiquei sabendo que passou a ser amante do meu pai, até que um dia lhe pedi se podia nos dois comer a mesma o que me falou que ia adorar ser de nos dois, mas para isto iria que contar ao nosso pai que vinha tendo relação comigo também, o que concordei e assim foi feito.
Tudo acertado marquemos uma ida até o meu sitio onde com a desculpa de fazer algo por la, já no caminho o velho meu pai me falou então você vem comendo sua irmã desdos tempo de moleque nê seu safado era por isto que sempre disse a sua mãe que tinha algo na amizade de vocês pois não se largavam por nada e quando um ficava fora o outro ficava como barata tonta dentro de casa, e sua mãe me dizia que era coisa da minha cabeça, Tina lhe falou deixa tudo isto para la pai e vamos pensar no agora tá e com isto o velho foi até o sitio brincando com ela, e a safada cegou a sentar no colo dele e rebolava na sua pica toda dentro dela, e com isto eu ali sem poder fazer nada pois estava no volante, Tina me olhava e me dizia que esta achando em mano olha como o coroa mete gostoso, e nosso pai dizendo vocês dois são safados mesmo em, Tina dizia só nos? pois quando um não quer dois não brinca e ria sentada na pica do velho.
Ao chegarmos no sitio Tina entrou e foi ficando nua e nos dizendo deixa as coisas que vieram fazer para la e vamos fazer coisas melhor e rebolando na minha frente e pegando na pica do velho nos dizia agora quero só vocês e com isto acabamos os três nus ali em pé com Tina no nosso meio onde papai colocava sua pica na bundinha dela eu na sua bocetinha com a mesma dizendo nosso que sonho estar com vocês dois, deu uma curvada para frente para o velho meter toda sua pica em seu cu e depois se deitando sobre ele deixou a minha entrar na sua bocetinha ficando ali espetada pela nossas duas picas, e dizendo nossa que delicia não vam gozar deixa eu brinca com elas gostoso deixa e atendendo seu pedido seguramos o máximo para gozar, mais quando havisamos que ia a mesma nos afastou e ficando de joelho chupando nossas picas nos pedia para gozar na sua boca o que acabou acontecendo, dali para frente foi a maior suruba entre pai filha e filho.
O velho e tão safado que pediu para Tina ageitar a sua filha mais nova para ele brincar com ela, quando digo filha mais nova e que minha sobrinha caçula tem 18 anos viu, e segundo o velho já viu a mesma pelada e tomando banho com a porta do banhiro aberta, ela acha que a mesma pensa que não da mais no couro e com isto fica a vontade em sua frente, e já chegou a sentar no seu colo enrolada em uma toalha e lhe fazendo carinho, que o mesmo teve que lhe pedir para se levantar pois não pegava bem aquela sua atitude, eu Tina falamos; olha que velho safado esta de olho em carne nova já e rimos muito.
Mais isto vai ser outro relato para vocês se deliciar se gostarem deste[...]
Orgias e Incestos no Interior - Parte 2
Bem continuamos nossa viagem até a cidade que meu tio morava e quando lá chegamos eles ficaram muito contentes com nossa visita e já foram preparar um bom café com bolo pra nós que estávamos esfomeados. Meu tio é um homem muito vigoroso e forte e minha tia também. Meu primo tinha uns 21 anos e ficou de olho em minha mulher, procurando por todos os meios ver suas coxas. Minha prima de 19 anos não ficava atrás e era uma potranquinha muito gostosa, que também ficava olhando para minha calça, no lugar do pinto. Sentimos que estávamos bem lá e fomos todos conversar na sala. Minha mulher ficou mais recatada, mas quando viu o primo olhando tanto pra suas pernas, aos poucos foi dando uma colher de chá pra ele, abrindo aos poucos a perna, de uma maneira que só ele via.
O rapaz foi ficando com pau duro e de repente ela deu uma cruzada em câmera lenta, deixando ver as coxas dela e também a bucetinha, pois ainda estava sem a calcinha, deixando o rapaz em desespero que pediu licença e saiu da sala e foi ao banheiro, tocar uma punheta. Quando voltou ficou no mesmo lugar olhando e se extasiando com o que via. Meu tio notou e também acho que viu alguma coisa. Minha prima, disfarçadamente tinha visto tudo e aos poucos foi mostrando suas pernas pra mim, que eu olhava e achando uma beleza de coxas. Depois do bate papo, fomos conhecer a casa toda e o quintal, que era enorme, uma chácara, com muitos pés de frutas plantados e tinha mexerica laranja, jabuticaba e muitas outras frutas, além de uma grande horta com os mais variados legumes.
Minha esposa falou em ir ver de perto os pés de frutas e meu primo foi encarregado pelo meu tio para mostrar tudo a ela (e nesse tudo até o pau dele). Foram se afundando pelo pomar afora e eu fiquei conversando com minha prima sobre estudos, etc. Meus tios nos deixaram à vontade e então ficamos no bate papo e ela aos poucos ia mostrando suas coxas pra mim, e eu já estava de pau duro. O primo e minha mulher foram bem no fundo da chácara e ela viu num pé de mexerica, entre os galhos um banco, e meu primo explicou que ele tinha feito para quando quisesse chupar, ele sentava-se lá e chupava a vontade. Falou isso com segundas intenções e minha mulher compreendeu muito bem o que ele se referia ao falar em chupar. Pediu a ele que a ajudasse a subir, pois queria sentar e chupar também. Ele ergueu-a pelas pernas e ela forçava o corpo pra traz dizendo que pela perna não dava, que ele a empurrasse pela bunda dela. Não deu outra, o rapaz colocou a mão na bunda dela por cima da saia e foi empurrando pra cima e cada vez mais que subia aparecia à bunda dela. Ele tirou a mão da saia e pos direto na bunda dela e ela deu um sorrisinho e um gritinho e subiu.
Sentou-se no banco e abriu as pernas de vez. O rapaz tremia e ela vendo-o assim perguntou o que estava acontecendo. Ele disse. Estou vendo... e ficava quieto. Ela disse: Vendo o que? Ele falou: Sua xaninha. Ela disse: Suba e venha ver mais de perto. Ele subiu e ela falou: Estava vendo minha buceta, pois veja bem agora, e deixou as pernas bem abertas. Esticou-se pra apanhar uma fruta e sua saia subiu tudo, deixando-a praticamente pelada, na parte de baixo. O rapaz ficou doido, com o pau duro e ela lhe disse: Tira seu pau pra fora pra eu ver. Ele meio acanhado, tirou e mostrou. Ela falou: Puxa que pauzão e está durão, mas como você disse que aqui era um bom lugar para chupar, me deixa dar uma chupada nele. E foi com a boca até o pau do rapaz e chupou gostoso a pica do rapaz, que não agüentando muito tempo (uns dez minutos chupando), começou a dizer que ia gozar. Ela largou um pouco e falou: Goza na minha boca e depois vem chupar minha buceta. O rapaz gozou quase um litro de porra dentro da boca e ela engoliu tudo com gosto.
E de repente avançou na buceta dela e chupou, chupou, bastante. Minha mulher não agüentou e gozou na boca dele, que também bebeu o melzinho dela. Ela então falou, erguendo-se do lugar onde estava: Senta aqui. Ele sentou e ela começou a chupar seu pau de novo, que ficou duro rapidinho. Ela ergueu bem a saia, virou-se de costas pra ele e foi sentado, com sua bucetinha em cima do kassetão dele. Pegou no kassete mirou na bucetinha e foi se abaixando até aquilo tudo entrar até o fundo. Foi se remexendo e ele falando: Ai prima como você é gostosa de buceta. Ela falou: Depois você vai experimentar meu cú e aí dirá se sou gostosa mesmo. Ficaram metendo ali por um bom tempo. Ele gozou na buceta dela, ela endureceu o pau dele de novo e sentou, mas desta com o cuzinho, e o pau escorregou gostoso dentro do cú dela que gemia e se contorcia de tanta tesão. Gozou no cuzinho dela, e ela já tinha gozado muito quando foi na buceta e gozou quando ele gozou no cú, depois relaxaram, chupando frutas e o rapaz de olho naquilo que ele tinha comido gostoso: a buceta e o cú dela. Ele então ficou preocupado: E se o primo ficar sabendo? Ela disse: Não vai não. Só se você falar, pois vai ser um segredo nosso e daremos ainda muitas metidas. Ele aquietou-se olhando na buceta dela e sorriu. Mas de fato você é muito mais gostosa do que eu pensei.
Ela disse: Gostou, quer mais? Ele disse: Agora não. Mais tarde ou amanhã se você deixar. Ela disse a ele: Só me chame de você na frente de seus pais. Aqui pode me chamar de puta mesmo.
Enquanto isso eu vendo as pernas de minha prima arrisquei: Você é virgem? Ela disse: Não. Meu namorado tirou meu cabaço há algum tempo atrás, mas ele só teve relações sexuais comigo duas vezes e eu ando louca de vontade de trepar. E como ele demora vou dar pra quem me quiser comer, me dando a dica que se eu quisesse comer ela, estava à vontade.
O problema era o lugar e a hora para poder realizar a vontade dela e a minha. Pedi a ela que fosse tirar a calcinha pra mim ver sua buceta e ela me olhou bem e disse: Já volto. Ela foi até seu quarto tirou a calcinha e voltou com uma xícara de café me oferecendo, e sentou-se, como se nada tinha acontecido. Então olhou em volta e abriu as pernas aos poucos e eu fui vendo aquela maravilha, que só tinha engolido pau duas vezes. Abriu tudo e eu pude ver bem aquela bucetinha quase virgem, piscando pra mim. Falei pra ela irmos até o pomar, pra ver se dava pra dar uma metida nela e ela falou: Mas a prima e meu irmão estão lá. Nisso vi que os dois vinham voltando, e minha mulher me deu uma piscada e um sorriso, como dizendo: Esse também comeu a fruta. Fiquei de pau mais duro ainda e fui levando minha priminha para o fundo e olhei pra minha mulher e também dei uma piscada pra ela, pra ver se ela segurava o pessoal por lá e não fosse me atrapalhar. Ela deu sinal com a cabeça, sem minha prima ver, e continuamos a andar até chegar a um lugar fechado, onde eu já fui lhe dando um beijo e passando a mão por baixo de seu vestido, alisando aquela xaninha deliciosa. Tirei o pau pra fora, já duro como pedra e disse a ela que chupasse. Ela falou: Nunca chupei. Meu namorado acha nojento isso.
Eu disse: Então experimenta. Ela chegou bem devagar, passou a mão, depois à língua e abocanhou de vez. Foi chupando timidamente. Eu peguei sua cabeça e fui empurrando para que o pau entrasse tudo na sua boca. Ela sentiu ânsia, parou um pouco e voltou a chupar. Depois que ela chupou bastante eu disse: Agora é minha vez. Agachei e fui chupando aqueles grelhinhos gostoso e enfiava a língua dentro daquela bucetinha gostosa. Ela se arrepiava toda e segurava o grito de tesão. Depois de te-la chupado bastante fiz ficar com o corpo abaixado e fui por trás e passei o pau na portinha de sua buceta.
Ela disse: Primo põe devagar, pois seu pau é muito grosso e comprido. Fui colocando devagar e ela rebolando, e gozando muito, pois fazia tempo que não tinha relações sexuais. Meti bastante com ela, deixando-a satisfeita. Depois quis comer seu cuzinho e ela disse para deixar para outra vez, que tinham que voltar senão meu tio viria ao nosso encontro. Foi delicioso e eu continuo no próximo conto, pois até meu tio andou transando com minha mulher e eu fui comer a priminha num motel onde tirei o cabaço do cú dela. Agüentem que eu conto tudo depois. Até mais.